Meu nome é Eduardo Santos, tenho 34 anos, sou professor de educação física em uma escola municipal no Grajaú, zona norte do Rio, e nunca imaginei que um jogo de caça-níqueis Nike mudaria completamente minha vida numa quinta-feira chuvosa de janeiro de 2025. Tudo começou quando meu irmão Rodrigo me mandou um link pelo WhatsApp enquanto eu esperava minha vez na fila da lotérica no Largo do Machado para pagar a conta de luz – aquela mesma conta que veio com valor absurdo depois daquela onda de calor que fez o ar-condicionado funcionar 24 horas por dia durante duas semanas.
“Olha esse jogo, cara. Tem a cara de você que não tira esse tênis Nike nem pra dormir”, dizia a mensagem com aquele emoji de carinha rindo que o Rodrigo sempre usa, mesmo quando a piada não tem graça nenhuma. Eu, que tinha esquecido o carregador em casa e estava com míseros 12% de bateria, abri o link sem muita expectativa. Foi quando conheci o jogo de caça-níqueis Nike que, três meses depois, me levaria a conhecer Endrick, o novo craque da seleção brasileira, em um evento exclusivo da marca em São Paulo.
Até aquele momento, eu achava que caça-níqueis eram aquelas máquinas barulhentas de cassino que meu tio Geraldo jogava escondido da tia Márcia quando iam para Buenos Aires nas férias. Minha única experiência com apostas era a paixão pelo Bolão do Brasileirão que organizávamos toda segunda-feira na sala dos professores, com a Diretora Solange fingindo que não sabia para não ter que nos dar bronca.
O que encontrei naquele jogo de caça-níqueis Nike foi muito diferente. A tela do meu celular (um Samsung Galaxy A53 já com a tela trincada depois daquela queda no chão da quadra durante a aula do 8º ano) explodiu em cores vibrantes, com símbolos de tênis Air Jordan, camisetas da seleção brasileira, bolas de futebol oficiais e aquele inconfundível swoosh da Nike. A música de fundo parecia aquelas que tocam nos comerciais de Copa do Mundo, daqueles que dão vontade de sair correndo e batendo em todas as portas gritando “É HEXA!”
Enquanto a fila da lotérica não andava – porque Dona Clotilde, a senhora de 87 anos na minha frente, decidiu que aquele era o momento perfeito para quitar todas as contas atrasadas desde a pandemia e tirar dúvidas sobre o INSS com o atendente Jhonatan – eu fui explorando as características do jogo:
Na minha quinta tentativa, já com a conta de luz finalmente paga e sentado num banco da praça enquanto esperava a chuva passar, decidi investir R$20 – dinheiro que economizei não comprando aquele açaí pós-treino que a Juliana da academia insiste ser “essencial para ganho de massa” (mas que eu sei bem que é mais essencial para o ganho de massa do bolso dela).
Meu método de jogo era simples, mas tinha um quê de superstição tipicamente brasileira:
Chegou segunda-feira e eu, no intervalo entre as aulas do 7º ano (aquela turma impossível que consegue esgotar minha energia antes mesmo do recreio), não resistia em dar mais algumas giradas no jogo de caça-níqueis Nike. Foi quando Mariana, a professora de geografia que sempre usa aquelas saias longas e coloridas, me pegou no flagra.
“Que joguinho é esse que você tá tão vidrado que nem ouviu o sinal tocando?”, perguntou ela ajeitando os óculos de armação grossa que davam a ela aquele ar de intelectual. Antes que eu pudesse esconder, já estava explicando para ela e para o Gustavo, professor de história recém-contratado e viciado em apostas esportivas, como funcionava o jogo.
Em menos de uma semana, oito dos doze professores estavam jogando o caça-níqueis da Nike nos intervalos, formando o que carinhosamente passou a ser chamado de “Clube do Swoosh da E.M. Professor Anísio Teixeira”. A popularidade se espalhou por razões claras:
Era uma sexta-feira, 13 de março de 2025, data que agora está eternizada no meu calendário pessoal como “O Dia da Virada”. Estava eu na sala de espera do Hospital Miguel Couto, acompanhando meu sogro Paulo Roberto que torceu o tornozelo tentando mostrar para os netos que ainda sabia fazer embaixadinhas (spoiler: ele não sabia).
Três horas de espera, trinta pessoas na minha frente, e o médico plantonista, Dr. César, tinha ido “resolver uma emergência” (que mais tarde descobri ser seu almoço no restaurante japonês a duas quadras do hospital). Com 87% de bateria e nada melhor para fazer, abri o jogo de caça-níqueis Nike e decidi apostar os R$50 que havia guardado para comprar um presente para Carla pelo nosso aniversário de namoro de 5 anos e 7 meses (sim, ela comemora mensalmente, para meu desespero financeiro).
Foi no 17º giro, exatamente às 14h23 (horário que jamais esquecerei), que alinhei três símbolos do novo tênis Nike Air Max Ultra na linha central. A tela congelou por um instante, meu coração parou junto, e então veio a explosão de cores e sons. Tinha acabado de ganhar não apenas R$3.750,00, mas também uma entrada para um sorteio exclusivo da Nike.
Duas semanas depois, enquanto corrigia provas do 6º ano com aquela caneta vermelha que os alunos temem mais que a própria reprovação, recebi um e-mail: eu havia sido sorteado para uma experiência VIP com a Nike em São Paulo, incluindo uma sessão de fotos com Endrick, o novo craque da seleção brasileira, e um par de tênis autografados da nova coleção limitada.
Essa foi a dúvida do Rodrigo, meu irmão, quando contei sobre minha sorte. Depois da experiência que tive, posso dizer que sim, é seguro desde que você jogue em sites confiáveis. Descobri isso depois daquela tentativa desastrosa em um site duvidoso que o Tiago da academia me recomendou – o mesmo Tiago que jura que whey protein com água de coco “potencializa o ganho muscular”, então já deveríamos desconfiar de suas recomendações desde o início.
Pergunta da minha mãe, Dona Célia, que aos 65 anos descobriu o mundo dos smartphones e agora não desgruda do Instagram. Sim, dá para jogar tranquilamente no celular! Eu jogava no meu Samsung velhinho mesmo depois daquela queda fatal durante a aula de educação física da turma 701. O jogo funciona bem até em conexões mais lentas, como descobri naquela viagem para Teresópolis quando ficamos hospedados naquela pousada charmosa que anunciava “Wi-Fi grátis” mas oferecia a velocidade equivalente a um pombo-correio com artrite.
Essa veio do Gustavo, do 9ºA, aquele aluno que sempre sabe quando estou inventando as respostas nas aulas. Além do dinheiro, o jogo de caça-níqueis Nike frequentemente oferece bônus temáticos como produtos da marca, entradas para eventos esportivos e até experiências exclusivas – como a minha com o Endrick. A Letícia, colega da academia, ganhou um kit com camiseta, shorts e tênis depois de acumular pontos de fidelidade no jogo por três meses consecutivos.
Clássica pergunta do André, professor de matemática que sempre tenta encontrar padrões em tudo. O jogo de caça-níqueis Nike funciona com geradores de números aleatórios, então tecnicamente é sorte. Mas tenho minhas superstições: sempre jogo às quartas-feiras, dia em que nasci, e nunca aposto mais de 20% do que já ganhei anteriormente. Posso não ter base científica, mas desde que comecei com essa rotina, não tive nenhuma sequência de perdas significativas – exceto naquela semana em que ignorei minha própria regra depois de tomar três caipirinhas no aniversário do Josué da cantina.
Pergunta da minha namorada Carla depois que apareci com aquele tênis Nike edição limitada que ela sabia muito bem que custava mais que meu salário quinzenal. Jogo em uma plataforma confiável que encontrei depois de pesquisar muito – e depois daquele incidente com o site falso que o Eduardo da musculação me indicou, onde quase perdi R$200 e precisei cancelar o cartão de crédito. O importante é verificar se o site é licenciado e seguro, porque como dizia minha avó Conceição: “Dinheiro fácil costuma ter pegadinha, meu filho”.
Hoje, oito meses depois daquela tarde chuvosa na lotérica, o jogo de caça-níqueis Nike se tornou parte da minha rotina. Jogo moderadamente, sempre com valor predefinido, geralmente enquanto espero o ônibus na Praça Saens Peña ou durante aqueles intervalos intermináveis de reuniões pedagógicas. Já ganhei mais três vezes valores entre R$300 e R$1.200, comprei quatro novos pares de tênis Nike, e finalmente levei Carla naquele restaurante japonês da Barra que ela vinha pedindo para conhecer desde nosso primeiro encontro.
E o mais incrível? Aquela selfie com Endrick está emoldurada na parede da minha sala de aula, inspirando uma nova geração de crianças do Grajaú a acreditar que sonhos podem se realizar – mesmo que comece com um caça-níqueis aberto na fila de uma lotérica em um dia de chuva.